Como é mesmo que se começa um assunto... hein... vou começar da maneira mais mecânica possível, esses dias estava eu...to tentando lembrar de algum episódio, típico de ser contado... bom pra falar verdade não estou disposto a falar de nenhum, acho muito íntimo isso! então não vou falar nada, tudo bem que eu poderia comentar sobre qualquer assunto, mas isso de alguma forma revelaria algo de minha natureza íntima, por isso eu prefiro me abster de qualquer assunto. não que eu esteja amargo, mas essas coisas mais íntimas a gente não pode revelar assim né, senão a gente perde o mistério fácil, dae perde a graça...
um minuto de silêncio para minha apatia... ............................ nnn deixa pra lá, não vou falar de nada então ficamos por aqui, um beijo meu brasil.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
domingo, 2 de agosto de 2009
último paradoxo
Ando muito fraco da memória, ainda ontem eu estava sentado como de costume, frente a minha sempre favorita parede branca, e me perguntei qualquer coisa do tipo: vamos desvendar esse mistério!.. no momento seguinte eu já havia esquecido sobre qual mistério especificamente eu estava disposto a desvendar.. Possivelmente um mistério metafísico como de costume, mas eis que o tema não ocorria de voltar a existir... tive uma síncope daquelas, meus pés perderam os movimentos, três ou quatro segundos à deriva, embora seja um palpite bem improvável, pois em alguns momentos da vida somos incapazes medir o tempo, talvez por sua variação ora lenta, ora ligeira. Mas isso é um tema pra outro post desocupado que há de vir, num futuro indeterminado (digo indeterminado para não invalidar meu breve ensaio sobre o tempo, já pensou morrer na contradição antes mesmo de se iniciar como idéia)... mas eu e a parede branca somos cúmplices desses vazios que nos ocorrem, e através desse vazio eu chego a conclusões antes improváveis (gosto da parede porque ela não me oferece resistência). mas a conclusão que eu cheguei sobre o meu esquecimento foi a seguinte:
Alguns segundos, ou minutos se sucederam, obviamente que não tenho como descreve-los, porque se tratava de vazios tão ocos, que nem ecos ofereciam, como se seus limites estivessem vagando pelo infinito. achei essa questão complexa demais e prometi a mim mesmo nunca mais esquecer nada frente a parede branca, isso pode ser muito perigoso, imagina transitar pelo limbo o resto da vida? meu temor antes desconhecido.. não acredito mais que a paz é branca.. a paz é qualquer coisa que tem textura, que aquece, que sente saudade, a certeza de um futuro brilhante e o medo do momento seguinte some, a alegria abrindo espaço na nossa mente se derramando e se multiplicando como os afluentes do rio nilo*... mas sempre tenho em mente agora os mistérios a se desvendar, hoje recorri ao tema da contradição, mas a contradição é um mistério impossível de se desvendar, visto que a verdade e a mentira sempre mudam de time... meu deus será que só eu que sou assim tão volúvel? se for isso me perdoem a generalização e ponto final.. não vale a pena discutir com a contradição, ela há de mudar de idéia mesmo né?.. perda de tempo, muito barulho por nada, to fugindo do contraditório, só me interessam as certezas muito bem provadas com certidão passada em cartorio e assinadas embaixo, como diria nosso falecido poetinha vinicius.. com licença meus pacientes ouvintes, vou mergulhar na parede branca (prometo que é meu ultimo paradoxo).
*o autor faz menção ao filme Cleópatra que acabara de assistir, por isso o motivo da incoerência.
Alguns segundos, ou minutos se sucederam, obviamente que não tenho como descreve-los, porque se tratava de vazios tão ocos, que nem ecos ofereciam, como se seus limites estivessem vagando pelo infinito. achei essa questão complexa demais e prometi a mim mesmo nunca mais esquecer nada frente a parede branca, isso pode ser muito perigoso, imagina transitar pelo limbo o resto da vida? meu temor antes desconhecido.. não acredito mais que a paz é branca.. a paz é qualquer coisa que tem textura, que aquece, que sente saudade, a certeza de um futuro brilhante e o medo do momento seguinte some, a alegria abrindo espaço na nossa mente se derramando e se multiplicando como os afluentes do rio nilo*... mas sempre tenho em mente agora os mistérios a se desvendar, hoje recorri ao tema da contradição, mas a contradição é um mistério impossível de se desvendar, visto que a verdade e a mentira sempre mudam de time... meu deus será que só eu que sou assim tão volúvel? se for isso me perdoem a generalização e ponto final.. não vale a pena discutir com a contradição, ela há de mudar de idéia mesmo né?.. perda de tempo, muito barulho por nada, to fugindo do contraditório, só me interessam as certezas muito bem provadas com certidão passada em cartorio e assinadas embaixo, como diria nosso falecido poetinha vinicius.. com licença meus pacientes ouvintes, vou mergulhar na parede branca (prometo que é meu ultimo paradoxo).
*o autor faz menção ao filme Cleópatra que acabara de assistir, por isso o motivo da incoerência.
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