Escrever é falar em branco, é a voz sem som
Pensar é ação em branco, é o ato sem movimento
Querer é o desejo em branco, que necessita de fazer, para colorir.
domingo, 23 de novembro de 2008
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
no no no
Tem dias que eu acordo imaginando. Tem dias que eu acordo imaginando e acreditando naquilo que eu imagino, esses são os piores, tramo novelas, destaco algumas cenas, imagino as dores, as alegrias, até as sinto, se eu tiver num dia daqueles, que a gente tira pra imaginar como teria sido isso e aquilo. Mas pior é quando a gente acredita nas loucuras que somos capazes de acreditar, quando a imaginação deixa de ser uma brincadeira de mente desocupada e passa a ser um delírio. Isso de crer em naquilo que a gente imagina eu não creio não! Jamais. Só se eu tiver viajando muito.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
engrandecer
Não sei o que são coisas mágicas, mas as que eu acredito que sejam, tendem a atrair-se para nós, coisas simples que dançam, exibem-se toda hora. Como se esse momento mágico fosse perpétuo, e se extinguir fosse apenas significado de não acabar.
Nessa falsa felicidade me excedo um pouco, exagero nos elogios, invento significados, mas eu entendo o motivo dessa exaltação breve, não só entendo-a, como sou cúmplice de tê-la provocado. Não sei concordar, minhas palavras são somente discursos jogados ao vento, sem ritmo rebatem-se no ar, chicoteiam rápido, mas logo apagam-se. Minhas palavras são rápidas, mas procuro quem concorde com meu humilde principio: somos escravos da confusão, de querer e não querer.
Nessa falsa felicidade me excedo um pouco, exagero nos elogios, invento significados, mas eu entendo o motivo dessa exaltação breve, não só entendo-a, como sou cúmplice de tê-la provocado. Não sei concordar, minhas palavras são somente discursos jogados ao vento, sem ritmo rebatem-se no ar, chicoteiam rápido, mas logo apagam-se. Minhas palavras são rápidas, mas procuro quem concorde com meu humilde principio: somos escravos da confusão, de querer e não querer.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
bruto
Esses dias abri um caderno meu, bem antigo, do tempo que minhas idéias não eram intoxicadas pela realidade dos fatos, eram idéias brutas e puras, esboço de projeções, como se tudo fosse simples. Do caderno pra cá foi um furacão, muitas coisas aconteceram, mas acho que aprendi rápido, não só aprendi, como tive certeza que a gente já nasce com um ideal, que se mantem forte e limpo, e brilha nos olhos, quando compartilhado com quem se ama, principalmente quando esse ideal é a simples felicidade de amar. Não me importo que as outras coisas dêem errado. Venham erros, sou mais forte agora.
Assinar:
Postagens (Atom)
