se dos teus dons e das tuas destruições, Oceano, as minhas mãos pudesse destinar uma medida, uma fruta, um fermento, escolheria o teu repouso distante, as linhas do teu aço, a tua extensão vigiada pelo ar e pela noite, e a energia do teu idioma branco que destroça e derruba as suas colunas na sua própria pureza demolida.
neruda
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
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