Tudo que eu tento é incerto, porém de grande fé, enquanto experimento. Talvez seja um prazer caminhar a tatear, os objetos, experimentando algumas curvas, massas, temperaturas, sobretudo reações, impostas por sois. e o que me interrompe de ser incerto? a penúria da certeza, ainda que boa, não abala as bases da explosão da incerteza. O incerteza, tu és tal que em quantidade não é suficiente, que dos caminhos certos, tu passa distante.
Decapita-me se um dia tu não pagares em jóias jocosas tuas seguidoras mais leais. Por hora devo admitir: me exilaria em outro planeta, ao lado da certeza, que me une ao meu bloco.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
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