personagem um
De apatia comovente, do tipo que se acha a eterna coitada, sofrendo todos os tipos de intempéries mundanas por alguma razão que ela credita a sua sempre presente colocação verbal "falta de sorte", acabou se entregando no vício ao alcool, conhaque, por supo-lo dotado de algum tipo de nobreza, se entregava nas tabernas mais imundas do rio de janeiro, era vista no andarai, cascadura, chegou a frequentar madureira e penha, e agora era consumidora de vodkas nacionais baratas, nos depósitos da lapa, pechinchava e roubava caixas de fósforo quando comprava seu derby prata a varejo, já criara atrito com a vizinhaça, é conhecida, segundo as moradores do bairro: "maria querosene". Mas a personagem se diz muito digna, de moral católica, reza nos dias de são jorge e vai à missa em noites de natal.Sofria de gastrite nervosa e julgava que o alcool era o melhor remédios para as suas enfermidades, um dia antes do tempo inicial do texto original, a personagem 1 enchera a cara no botequim carvão, rua joaquim silva, lapa, rio de janeiro, que era conhecido pela sua frequência, carvoeiros que trabalhavam na loja em frente. Estava entregue na mão dos homens, bebada, já não conseguia mais nem ficar em pé, sempre encostada em algum capô de carro, dessa forma conehceu o personagem 2, conhecer no sentido mais palpável da palavra, ele smepre prestativo, vendo-a naquele estado já chegou cheio de mãos, ela o respondia em algum dialeto africano e ele naturalmente não entendia nada, ela apontava para o álcool e ele a abastecia, e assim foi a noite toda. ele com as mãos, e ela com o álcool.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
noite suja
Sopra o vento frio que congela minha nuca, já farta, exausta, sinto o hálito úmido do asfalto e lembro que é madrugada, olho vagamente alguns postes, luzes alaranjadas, olho mais adiante, um sinal, vermelho. Mas ninguém pára, não existe carro, não existe nada a essa hora da noite, quando os homens e animais se igualam em buscas de suas necessidades instintivas, mas eu não sou só isso baby, já te expliquei, talvez por isso eu esteja aqui, trancado do lado de fora, com a vista embaçada, enxergo pontos luminosos, tento enxergar estrelas para me certificar da vastidão do universo, mas o brilho devorador da cidade me impede, cega meus olhos de modo que as estrelas se esboçam em tímidos ponto brilhantes... Mas eu não preciso enxergar para crer, sei que elas estão lá. já lembrei que o universo é vasto, talvez seja hora de ir para casa, a caminhada é maior do que eu supunha, preciso de energias para amanhã.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
alguém tem que ficar pra contar essas estórias...
bom, a ausência de palavras traz um vazio significativo pra nossa alma, como se a gente quisesse dizer muito mais que aquilo que a gente diz, só que a gente só diz nos pensamentos ou no lento e penoso processo da fala... quer dizer, se a gente tem essa outra possibilidade, outras dimensões, que descrevam aquilo que a gente ja sentiu ou tem pretensões de sentir, porque se limitar?.. esse processo da escrita é doloroso. doloroso porque é eterno, tem peso de sentença, tá escrito e pronto! é que nem tatuagem, fica perpétuo. perpétuo na letra, na grafia, no pixel, na eternidade da memória.
dae a gente as vezes fica escondido,mas a gente não pode passar a vida toda escondido em armaduras né? Uma hora a gente acaba percebendo a necessidade de encarar a vida com peito aberto, disposto a tomar tapas e afagos. Ae que a gente descobre, que além desses dois, existem: o assopro, a lágrima, o frio, a paz, o tato, o alívio e uma infinidade de outras coisas, que só o tempo será capaz de mostrar.
podem ficar palavras, não tenham medo de existir, sou mais forte agora!
dae a gente as vezes fica escondido,mas a gente não pode passar a vida toda escondido em armaduras né? Uma hora a gente acaba percebendo a necessidade de encarar a vida com peito aberto, disposto a tomar tapas e afagos. Ae que a gente descobre, que além desses dois, existem: o assopro, a lágrima, o frio, a paz, o tato, o alívio e uma infinidade de outras coisas, que só o tempo será capaz de mostrar.
podem ficar palavras, não tenham medo de existir, sou mais forte agora!
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
epitáfio
Escrever sobre si é uma tarefa muito dispendiosa. Desconectar-se de si é uma tentativa impossível, visto que qualquer assunto aleatório, aqui discorrido, logo tomaria alguma assimilação com minha vida íntima, por parte do leitor ou por parte do autor, o que de qualquer forma resultaria numa opinião que se tem sobre o assunto ou o autor.
Não devo preocupar-me com isso, correndo o risco de ficar obsoleto com vínculos tradicionais por negligência de experimentar.não não não
Uma pessoa que tem intenção de criar, de vivenciar o desconhecido, deve portar-se como alguém que arrisca, considerando todas as chances de erro.
Esse terreno secou, vou migrar pra outro blog, onde eu não vou ter medo de errar, aproveitando essa carona....good bye leitores,fica aqui o registro digital pra posteridade para que um dia quando eu abrir esse caderno antigo, eu recordar: antigamente eu era eterno! Obrigado a todos vocês que foram testemunhas de um pouquinho de algum momento meu.
"Será mais nobre sofrer na alma
Pedradas e flechadas do destino feroz
Ou pegar em armas contra o mar de angústias –
E, combatendo-o, dar-lhe fim? Morrer; dormir;
Só isso. E com o sono – dizem – extinguir
Dores do coração e as mil mazelas naturais
A que a carne é sujeita; eis uma consumação
Ardentemente desejável. Morrer – dormir –
Dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo!
Os sonhos que hão de vir no sono da morte
Quando tivermos escapado ao tumulto vital
Nos obrigam a hesitar: e é essa reflexão
Que dá à desventura uma vida tão longa."
Não devo preocupar-me com isso, correndo o risco de ficar obsoleto com vínculos tradicionais por negligência de experimentar.não não não
Uma pessoa que tem intenção de criar, de vivenciar o desconhecido, deve portar-se como alguém que arrisca, considerando todas as chances de erro.
Esse terreno secou, vou migrar pra outro blog, onde eu não vou ter medo de errar, aproveitando essa carona....good bye leitores,fica aqui o registro digital pra posteridade para que um dia quando eu abrir esse caderno antigo, eu recordar: antigamente eu era eterno! Obrigado a todos vocês que foram testemunhas de um pouquinho de algum momento meu.
"Será mais nobre sofrer na alma
Pedradas e flechadas do destino feroz
Ou pegar em armas contra o mar de angústias –
E, combatendo-o, dar-lhe fim? Morrer; dormir;
Só isso. E com o sono – dizem – extinguir
Dores do coração e as mil mazelas naturais
A que a carne é sujeita; eis uma consumação
Ardentemente desejável. Morrer – dormir –
Dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo!
Os sonhos que hão de vir no sono da morte
Quando tivermos escapado ao tumulto vital
Nos obrigam a hesitar: e é essa reflexão
Que dá à desventura uma vida tão longa."
domingo, 13 de setembro de 2009
é um gesto, é um gesto...
a vida tem desses caprichos, de nos fazer descrer, não descrer por negligência, é muito fácil se esconder e falar que não viu, mas o descrer sincero, de quando a gente procura de verdade e acaba não encontrado, aí que entra o capricho, com uma prova contrária ao fim.. alguma vez li sobre um conceito de um filósofo que dizia sobre o ciclo das idéias, que nada é passível de uma conclusão, e que quando essa idéia se renova, ela vem mais firme, e com nossa fé renovada, para que possamos crer por mais tempo, até que por fim a idéia se esgota, para se renovar novamente, e assim por diante.. acho que o melhor momento é quando estamos renovados, passamos a enxergar coisas que antes omitíamos, dae tudo parece novo.. eu entendo que esse negócio de depositar fé nas coisas ou nas pessoas é uma ilusão, alguém alguma vez me disse que amor não se cobra essa frase me caiu bem.. por isso aprendi a valorizar aquilo que vem voluntariamente, que aparece em um extremo do ciclo, quando a gente caminha assim meio desacreditado, aí surge como que do breu, uma mão, que afaga o rosto e diz pra repousar, que o dia foi longo, e a vida é assim cansativa mesmo, e dessas coisas mais que a gente tem vontade de reclamar com alguém que nos entenda... não fossem esses repousos, eu me tornaria sem fé, mecânico desses que as duas pernas andam, sem a sorte nem do acaso.. mas já que não, eu levo sem reclamar, não máximo eu me decepciono, mas quando isso acontece eu sei que é o fim do ciclo... o calor de uma mão sincera só aquece quem já teve frio.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
pra que mentir?
assisti esses dias um espetáculo, cujo o nome eu não cito pela qualidade duvidosa e não merece ter seu título mencionado gratuitamente, mas a discussão que a peça traz é bem interessante, uma discussão metafísica, que acompanha (ou já acompanhou) qualquer ser pensante, mesmo aqueles que só costumam pensar olhando através das janelas do metrô, fazer ou não fazer (já sacaram qual a questão né? rs).. bom tem coisa que a gente deixa de fazer por contrariedade da mente, tem outras que a gente faz por um valor dominante que nos rege nos atos e nos pensamentos...então o que fazer? aquilo que a gente nega por rebeldia, ou aquilo que nos é ensinado a fazer?.. acho que cada pessoa tem a decisão de escolher aquilo que faz e aquilo que vai deixar de fazer, algumas rogam infortúnios à vida pelo fracasso dos atos "feitos", outros se deleitam do sucesso da opção escolhida.. será que é uma questão de sorte ou uma questão de acerto? andei fazendo umas pesquisas (em bares, rodas de samba, e etc) e conclui que o resultado é muito variante para se chegar a um lugar-comum... então pensei que enquanto não se chega a esse consenso, o melhor a se fazer é continuar fazendo, ou não fazendo, sempre há uma reação, mesmo a inércia do não fazer tem resultado, faz medo e insegurança no rosto de quem se omite das questões... não vou me aprofundar muito na questão porque eu não sou filosofo..só cogito mesmo... coisa de quem faz por fazer.. e o resto é silêncio.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
então tá...
Como é mesmo que se começa um assunto... hein... vou começar da maneira mais mecânica possível, esses dias estava eu...to tentando lembrar de algum episódio, típico de ser contado... bom pra falar verdade não estou disposto a falar de nenhum, acho muito íntimo isso! então não vou falar nada, tudo bem que eu poderia comentar sobre qualquer assunto, mas isso de alguma forma revelaria algo de minha natureza íntima, por isso eu prefiro me abster de qualquer assunto. não que eu esteja amargo, mas essas coisas mais íntimas a gente não pode revelar assim né, senão a gente perde o mistério fácil, dae perde a graça...
um minuto de silêncio para minha apatia... ............................ nnn deixa pra lá, não vou falar de nada então ficamos por aqui, um beijo meu brasil.
um minuto de silêncio para minha apatia... ............................ nnn deixa pra lá, não vou falar de nada então ficamos por aqui, um beijo meu brasil.
domingo, 2 de agosto de 2009
último paradoxo
Ando muito fraco da memória, ainda ontem eu estava sentado como de costume, frente a minha sempre favorita parede branca, e me perguntei qualquer coisa do tipo: vamos desvendar esse mistério!.. no momento seguinte eu já havia esquecido sobre qual mistério especificamente eu estava disposto a desvendar.. Possivelmente um mistério metafísico como de costume, mas eis que o tema não ocorria de voltar a existir... tive uma síncope daquelas, meus pés perderam os movimentos, três ou quatro segundos à deriva, embora seja um palpite bem improvável, pois em alguns momentos da vida somos incapazes medir o tempo, talvez por sua variação ora lenta, ora ligeira. Mas isso é um tema pra outro post desocupado que há de vir, num futuro indeterminado (digo indeterminado para não invalidar meu breve ensaio sobre o tempo, já pensou morrer na contradição antes mesmo de se iniciar como idéia)... mas eu e a parede branca somos cúmplices desses vazios que nos ocorrem, e através desse vazio eu chego a conclusões antes improváveis (gosto da parede porque ela não me oferece resistência). mas a conclusão que eu cheguei sobre o meu esquecimento foi a seguinte:
Alguns segundos, ou minutos se sucederam, obviamente que não tenho como descreve-los, porque se tratava de vazios tão ocos, que nem ecos ofereciam, como se seus limites estivessem vagando pelo infinito. achei essa questão complexa demais e prometi a mim mesmo nunca mais esquecer nada frente a parede branca, isso pode ser muito perigoso, imagina transitar pelo limbo o resto da vida? meu temor antes desconhecido.. não acredito mais que a paz é branca.. a paz é qualquer coisa que tem textura, que aquece, que sente saudade, a certeza de um futuro brilhante e o medo do momento seguinte some, a alegria abrindo espaço na nossa mente se derramando e se multiplicando como os afluentes do rio nilo*... mas sempre tenho em mente agora os mistérios a se desvendar, hoje recorri ao tema da contradição, mas a contradição é um mistério impossível de se desvendar, visto que a verdade e a mentira sempre mudam de time... meu deus será que só eu que sou assim tão volúvel? se for isso me perdoem a generalização e ponto final.. não vale a pena discutir com a contradição, ela há de mudar de idéia mesmo né?.. perda de tempo, muito barulho por nada, to fugindo do contraditório, só me interessam as certezas muito bem provadas com certidão passada em cartorio e assinadas embaixo, como diria nosso falecido poetinha vinicius.. com licença meus pacientes ouvintes, vou mergulhar na parede branca (prometo que é meu ultimo paradoxo).
*o autor faz menção ao filme Cleópatra que acabara de assistir, por isso o motivo da incoerência.
Alguns segundos, ou minutos se sucederam, obviamente que não tenho como descreve-los, porque se tratava de vazios tão ocos, que nem ecos ofereciam, como se seus limites estivessem vagando pelo infinito. achei essa questão complexa demais e prometi a mim mesmo nunca mais esquecer nada frente a parede branca, isso pode ser muito perigoso, imagina transitar pelo limbo o resto da vida? meu temor antes desconhecido.. não acredito mais que a paz é branca.. a paz é qualquer coisa que tem textura, que aquece, que sente saudade, a certeza de um futuro brilhante e o medo do momento seguinte some, a alegria abrindo espaço na nossa mente se derramando e se multiplicando como os afluentes do rio nilo*... mas sempre tenho em mente agora os mistérios a se desvendar, hoje recorri ao tema da contradição, mas a contradição é um mistério impossível de se desvendar, visto que a verdade e a mentira sempre mudam de time... meu deus será que só eu que sou assim tão volúvel? se for isso me perdoem a generalização e ponto final.. não vale a pena discutir com a contradição, ela há de mudar de idéia mesmo né?.. perda de tempo, muito barulho por nada, to fugindo do contraditório, só me interessam as certezas muito bem provadas com certidão passada em cartorio e assinadas embaixo, como diria nosso falecido poetinha vinicius.. com licença meus pacientes ouvintes, vou mergulhar na parede branca (prometo que é meu ultimo paradoxo).
*o autor faz menção ao filme Cleópatra que acabara de assistir, por isso o motivo da incoerência.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
anotações de folhas de rascunho.
Bom não sei se tenho assunto pra discutir, mas ficar calado tb nao vai ajudar em nada né, então vamos falar sobre alguma coisa, uma coisa qualquer.. pessoal ou algo mais externo, tipo pragas apocalipticas que antecipam o fim da humanidade.. não, muito esgotado esse tema... prefiro falar sobre algo mais pessoal, tipo sobre o que penso quando lembro de um sorriso, pouco comum nesses tempos, que toda pomposidade literaria soaria tola e ingênua, abro parentesis para descreever esse sorriso, eis: (enquanto penso em algo pra descrever, me perco no deleite da lembrança, e meus pensamentos sensatos, viram doce melodias, acordes consonantes, acabo por fim renunciando a esse pesado fardo, que nem todos os poetas [mais delirantes] e nem todos os filosofos (em seus limites... o céu e o mar) podem desvendar fecha-parentesis.
divaguei um pouco, possivelmente por conta dessa singela lembrança, que me causa atordoamento, tipo um terremoto, desses que a terra trincam e se expulsam, uma da outra, porque como diz a lei da fisica dois corpos não ocupam o mesmo espaço, leve-se em conta que "corpo" abrange qualquer analogia a coisas fisicas, materiais, ou seja, nesse caso refere-se a terra, que foi trincada e expelida do proprio meio por falta de espaço físico.
ultimamente eu tenho levado bastante em conta os significados que a natureza me envia, na verdade tratam-se de enigmas, anagramas visuais, e a partir desses simbolos tenho a presunçosa missão de desvenda-los, não bastasse isso, tenho que obedece-los, por exemplo....estou dado a intuições, adotei um conselheiro espiritual, que atende pelo vulgo joão bidu, que assume o papel de monarquium infinitum (sem italico pra não exagerar na dose de pedância[ a proposito, aboli a acentuação de uma gramatica mais apurada em sua propria perfeição] em prol de uma intimidade maior com o leitor, se é que existe algum desse breve inventario de baboseiras, um declame humilde e solitario), como eu vos dizia, joão bidu, esse é o cara. esse é o ídolo que eu resolvi seguir, com diligência e obediencia de um bom católico, eu sei que por trás dele há algo maior, acredito nesse misticismo. partindo desse principio, a falta de espaço fisico poderia ser uma leitura relevante, que conclusões posso tomar disso....deixa eu pensar...espaço físico com quem? aonde.. fiquei confuso agora...pensando bem, passada a febre do momento, venho a negar o dito anteriormente, "não acredito em mais nada", esse é o estandarte que carrego nas horas mais sensatas, arremato essa opção.
Acho que ja escrevi o suficiente para as retinas mais fatigadas como a minha, aproveito esse posfacio para manifestar minha indignação com minha natureza miope, mas que saco! poxa! lentes de contato, lentes de garrafa, acredito que nada pode substituir a perfeição dos olhos que enxergam com a precisão da natureza, as cores, nuanças, matizes focus*, eu fico pensando, como deve ser enxergar sem miopia? ou será que essa miopia não foi um presente mistico (com mediação do joão bidu é claro), para que eu não enxergasse alguma coisa? ´prefiro acreditar nessa hipotese, saio procurando pela cidade a visão perfeita, as vezes tenho a sorte de encontra-la, em sorrisos, como o ja citado, quando esses sorrisos se congelam, por decimos, centesimos de segundos eu creio, que a vida tem sim, seus altos e baixos, e que o alto é breve, mas compensa em sua plenitude infinita, sorte de nós humanos, que temos memória, e temos capacidade de resgata-las nos momentos mais dificeis, resgatemos uma boa memória, e brindemos, para findar essa redundante tentativa de prosa, que não é rosa, é implicante em sua maneira de expressar.. perdoem a grosseria e o silêncio de sua viagem, passem bem.
(quem leu até o fim ganha um bombom sem compromisso).
tenho vontade de falar mais.. mas chega porque ja tá ficando tarde e vai chover, vai ser um toró daqueles, é melhor eu sair logo porque senão me constipo, da ultima vez foi uma tristeza, tive ate de tomar um chá, veja eu, tomando chá? nem curto e nem funcio...
....
....
divaguei um pouco, possivelmente por conta dessa singela lembrança, que me causa atordoamento, tipo um terremoto, desses que a terra trincam e se expulsam, uma da outra, porque como diz a lei da fisica dois corpos não ocupam o mesmo espaço, leve-se em conta que "corpo" abrange qualquer analogia a coisas fisicas, materiais, ou seja, nesse caso refere-se a terra, que foi trincada e expelida do proprio meio por falta de espaço físico.
ultimamente eu tenho levado bastante em conta os significados que a natureza me envia, na verdade tratam-se de enigmas, anagramas visuais, e a partir desses simbolos tenho a presunçosa missão de desvenda-los, não bastasse isso, tenho que obedece-los, por exemplo....estou dado a intuições, adotei um conselheiro espiritual, que atende pelo vulgo joão bidu, que assume o papel de monarquium infinitum (sem italico pra não exagerar na dose de pedância[ a proposito, aboli a acentuação de uma gramatica mais apurada em sua propria perfeição] em prol de uma intimidade maior com o leitor, se é que existe algum desse breve inventario de baboseiras, um declame humilde e solitario), como eu vos dizia, joão bidu, esse é o cara. esse é o ídolo que eu resolvi seguir, com diligência e obediencia de um bom católico, eu sei que por trás dele há algo maior, acredito nesse misticismo. partindo desse principio, a falta de espaço fisico poderia ser uma leitura relevante, que conclusões posso tomar disso....deixa eu pensar...espaço físico com quem? aonde.. fiquei confuso agora...pensando bem, passada a febre do momento, venho a negar o dito anteriormente, "não acredito em mais nada", esse é o estandarte que carrego nas horas mais sensatas, arremato essa opção.
Acho que ja escrevi o suficiente para as retinas mais fatigadas como a minha, aproveito esse posfacio para manifestar minha indignação com minha natureza miope, mas que saco! poxa! lentes de contato, lentes de garrafa, acredito que nada pode substituir a perfeição dos olhos que enxergam com a precisão da natureza, as cores, nuanças, matizes focus*, eu fico pensando, como deve ser enxergar sem miopia? ou será que essa miopia não foi um presente mistico (com mediação do joão bidu é claro), para que eu não enxergasse alguma coisa? ´prefiro acreditar nessa hipotese, saio procurando pela cidade a visão perfeita, as vezes tenho a sorte de encontra-la, em sorrisos, como o ja citado, quando esses sorrisos se congelam, por decimos, centesimos de segundos eu creio, que a vida tem sim, seus altos e baixos, e que o alto é breve, mas compensa em sua plenitude infinita, sorte de nós humanos, que temos memória, e temos capacidade de resgata-las nos momentos mais dificeis, resgatemos uma boa memória, e brindemos, para findar essa redundante tentativa de prosa, que não é rosa, é implicante em sua maneira de expressar.. perdoem a grosseria e o silêncio de sua viagem, passem bem.
(quem leu até o fim ganha um bombom sem compromisso).
tenho vontade de falar mais.. mas chega porque ja tá ficando tarde e vai chover, vai ser um toró daqueles, é melhor eu sair logo porque senão me constipo, da ultima vez foi uma tristeza, tive ate de tomar um chá, veja eu, tomando chá? nem curto e nem funcio...
....
....
terça-feira, 9 de junho de 2009
sorria
Existem pessoas especiais, disso não tenho mais dúvida, dessas que aparecem quando o mundo é só trevas, quando a gente nem tem vontade de acreditar mais em nada, e essas pessoas especiais surgem sorrindo, só o sorriso é capaz de curar qualquer pessimismo,a gente ri das peças que a vida nos apronta, antes xingavamos, agora só pensamos em deixar pra lá, a vida está perdoada, contanto que ela ponha esse sorriso numa moldura caprichada, da grandeza desse mesmo sorriso, que é capaz de querer mudar o futuro, mudar pra um sofá, almofadas, poltronas, ou qualquer lugar onde a gente possa ficar, onde as mãos se toquem, os joelhos se apoiem e os sorrisos se copiem. Não tenho mais pressa da vida, quero que ela passe lenta, pr´eu conseguir copiar esse sorriso e levar pro resto da minha vida :)
Assinar:
Postagens (Atom)
